Brasil pode ter mais duas vacinas em uso contra a Covid-19

Para dar celeridade ao processo de aquisição das vacinas Covaxin e Sputnik V, o Ministério da Saúde publicou portarias dispensando uso de licitação para a compra dos imunizantes. A iniciativa, amparada pela medida provisória 1.026/2021, é uma exigência normativa e a compra dos insumos só ocorrerá após autorização da Anvisa para uso emergencial ou concessão de registro. As informações são do Ministério da Saúde.

Com a medida, a pasta espera disponibilizar para a população 10 milhões de doses da Sputnik V e 20 milhões da Covaxin, com um investimento previsto de R$ 639,6 milhões na vacina russa e R$ 1,614 bilhão na vacina da Índia, entre março e maio.

Além destas vacinas que estão em negociação, o Ministério da Saúde espera, nesta semana, orientação do Palácio do Planalto a respeito de como proceder para solucionar impasses nas negociações iniciadas em abril de 2020 para aquisição das vacinas contra Covid-19 dos laboratórios Janssen e Pfizer, que se encontram emperradas por falta de flexibilidade das empresas.

“Queremos salvar vidas e comprar todas as vacinas comprovadamente efetivas contra o coronavírus aprovadas pela Anvisa. Desde abril de 2020, começamos a conversar com a Janssen e um mês depois com a Pfizer, mas as duas empresas fazem exigências que prejudicam interesses do Brasil e cederam pouquíssimo nisso, ao contrário de outros fornecedores”, lamentou o Secretário Executivo da pasta, Elcio Franco.

Fonte: Bem Paraná

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